Agenda do DCE

terça-feira, 21 de abril de 2009

Portal do DCE está pronto!

Não sei se perceberam, uspianos, mas as atualizações deste blog, de um tempo pra cá, estão num ritmo lento. Isso se deve ao grande projeto em que a equipe de comunicação do DCE esteve (e está) envolvida: a construção do Portal do DCE da USP.

Era para nós uma vergonha que o maior DCE do país não tivesse um canal de comunicação digital com seus estudantes. Entra gestão, sai gestão, nunca se deu a devida importância às ferramentas de comunicação.

É com grande orgulho que apresentamos o Portal do DCE da USP.

Esse foi só o primeiro passo de nossa gestão nesse sentido. Estamos agora preparando um sistema de boletins informativos eletrônicos com que pretendemos alcançar um grande número de estudantes.

É o DCE da USP, Gestão Nada Será Como Antes!, mais uma vez, fazendo jus a seu nome.

sexta-feira, 10 de abril de 2009

Lançado Blog sobre a Univesp


O blog sobre Univesp (www.univesp.blogspot.com) já está no ar e reúne textos pró e contra o projeto. Chamamos a todos os Centros Acadêmicos que enviem seus textos para o e-mail do DCE, para que sejam postados no blog da Univesp. Também as posições dos estudantes, votadas em assembléias de curso ou unidade, são fundamentais neste momento. Aprofundemos as discussões, rumo a uma grande Assembléia Geral, dia 24/04!

quinta-feira, 2 de abril de 2009

CCA este sábado!

O DCE-Livre da USP convoca todos os Centros Acadêmicos da USP a participar do Conselho de Centros Acadêmicos a ser realizado nesse sábado, seguindo deliberação de Reunião ordinária do DCE e CCA.

Conselho de Centros Acadêmicos da USP

Data: 04.04.09

Horário: 13h

Local: Faculdade de Saúde Pública


Pauta:

- Encaminhamentos Assembléias de Campus/Curso
Univesp/Corte de Verbas/Mobilização das estaduais

- ME Nacional

- Espaços


Diretório Central dos Estudantes Livre da USP
"Alexandre Vannucchi Leme"

terça-feira, 31 de março de 2009

quarta-feira, 25 de março de 2009

Boletim do DCE número 1 será distribuído essa semana


É tarefa do DCE informar os estudantes da USP sobre os problemas que existem dentro e fora da universidade e também mostrar diante de quais desafios nos encontramos.
É nesse sentido que o DCE publica seu Boletim Número 1 de 2009. Leia aqui.

segunda-feira, 23 de março de 2009

Blog do Centro Acadêmico de Filosofia traz coletânia de textos sobre Univesp

O pessoal do CA da Filosofia disponibilizou no blog deles uma série de textos à respeito da Univesp (Universidade Virtual do Estado de São Paulo), assunto que será tema de muitos debates nas próximas semanas. Os textos podem ser acessados em http://www.fflch.usp.br/df/caf/univesp. Também o Centro Acadêmico de Biologia traz materiais aqui: http://cabiousp.blogspot.com/search/label/EaD.

Aproveitamos para convidar todos para o Grupo de Discussão sobre Univesp, chamado pelo DCE e pelo Centro Acadêmico de Biologia, que será na quarta-feira, dia 25, às 13h, na Sala 21 do prédio da História.

Educação a distância, abertura do mercado educacional ao capital estrangeiro e ampliação espúria da educação superior: uma crítica à política de EAD

Reproduzimos abaixo a matéria publicaca na página do Sindicato Nacional dos Docentes das Instituições de Ensino Superior (ANDES-SN) sobre Educação à Distância.
Apesar de ter sido publicado em 2005, segue atual em seu conteúdo.

A centralidade da educação a distância - EAD nas políticas do MEC é cada vez mais evidente. Aos poucos, está sendo configurado um quadro que terá trágicas conseqüências para a educação brasileira, caso não seja revertido de modo radical. Com efeito, a proposta de criação pelo MEC da Universidade Aberta do Brasil, uma instituição de direito privado e não-gratuita, a minuta de decreto que regulamenta o art. 80 da LDB e o disposto na última versão do anteprojeto de lei que dispõe sobre a educação superior antecipam a aplicação dos termos da OMC reclamados pelos EUA, Inglaterra e Austrália mesmo sem a efetivação desse Tratado de Livre Comércio (TLC) no escopo do Acordo Geral de Comércio de Serviços (AGCS). Em outros termos, com essas medidas, o Brasil abre seu mercado ao comércio transfronteiriço de educação sem contar nem mesmo com as contrapartidas usuais nos Tratados de Livre Comércio: é uma abertura unilateral aos cyber-rentistas que estão ávidos pelo acesso ao expressivo mercado educacional brasileiro que, somente na educação superior, já movimenta cerca de R$ 18 bilhões/ano.

A chamada terceira versão do anteprojeto de lei da educação superior junho/05 institui a EAD como modalidade de ensino criando a possibilidade de incluí-la como um dos instrumentos para atender à “responsabilidade social” das IES – valendo da noção imprecisa dessa variável de avaliação do SINAES – e indica que cursos de graduação, mestrado e doutorado podem ser fornecidos a distância, apregoando, inclusive, a possibilidade de oferta de cursos de pós-graduação estrito senso “profissional” (o que, na prática, admite mestrados sem dissertações e doutorados sem tese); e permite, pela primeira vez, o reconhecimento de diplomas de cursos de pós-graduação estrito senso emitidos por instituição estrangeira, por universidades privadas e, finalmente, propugna a admissibilidade da entrada de capital estrangeiro nas instituições privadas, embora, em um primeiro momento, restrita a 30%.

Está claro, pois, como o MEC pretende ampliar a oferta da educação superior pública de modo a alcançar, em um prazo de dez anos, 40% das vagas nas instituições públicas sem modificar os magros recursos para as IFES: mediante uma derrama de diplomas conferidos pela educação a distância. Perversamente, essa medida irá repercutir em todo o sistema educacional, tendo em vista que 75% das matrículas nessa modalidade são de licenciaturas e cursos de pedagogia. Professores que trabalharão com pobres não necessitam de formação qualificada parece ser o mote mais decantado na última década.

Para avançar nessa ampliação espúria e na abertura do mercado educacional ao capital estrangeiro, o MEC elaborou uma minuta de decreto que consolida essa política. Certamente, o objetivo é antecipar a chamada reforma universitária sem o crivo parlamentar e sem o debate com a comunidade acadêmica. Os dirigentes do MEC evocam reiteradamente um suposto consenso que, entretanto, é estabelecido de modo unilateral, pois não conta com o consentimento dos educadores e suas entidades.

Nos termos da referida minuta de decreto, para entrar no opulento negócio da EAD, a organização terá de obter um credenciamento que será decidido (privativamente!) pelo ministro de Estado da Educação que autorizará os cursos de graduação (sem restrições de áreas!), mestrado e doutorado (Arts. 1º e 4º), atribuindo ao ministro, um poder indevido. Como ficou claro, nesses tempos de “valeriodutos” e “mensalões”, a falta de real democracia cria condições para a predominância de objetivos particularistas frente ao público. A previsão da existência de “Referenciais de Qualidade para Educação a Distância”, também estabelecida pelo MEC (Art.3º, III; Art. 7º, § 2º), não altera o caráter opaco da medida. No caso das universidades, a oferta terá de ser tão somente comunicada ao MEC (Art.15), e o estabelecimento do número de vagas poderá ser definido pela instituição (Art.18 § 2º). Considerando a liberalidade das condições para o credenciamento de IES em universidades, o que pode ser comprovado pelo fato de que a grande maioria nem sequer possui pós-graduação e pesquisa (situação pouquíssimo alterada na última versão do anteprojeto de lei da educação superior), é previsível que essas instituições ampliarão enormemente a oferta de EAD sem controle público.

A avaliação do estudante, embora presencial, fica a cargo da instituição credenciada pelo ministro de Estado da Educação (Art. 21). A racionalidade do negócio empresarial certamente pesará na definição do rigor atribuído aos exames e, como é sabido, não será com o ENADE que a avaliação assumirá feição acadêmica.

Para compreender a oferta de mestrado e doutorado a distância, é importante associar o conteúdo da minuta do decreto em exame ao anteprojeto de lei da educação superior já referido. A minuta de decreto (Art. 23) omite a questão dos cursos de mestrado e doutorado de cunho profissional (previsto no anteprojeto), remetendo a regulação à Câmara de Educação Superior do CNE, que já está promovendo uma derrama de diplomas conferidos pela educação a distância. A referência a um parecer exarado pela CAPES aumenta ainda mais a preocupação, tendo em vista o último Plano Nacional de Pós-Graduação, que prevê esses cursos “profissionais” e orienta boa parte das bolsas para atividades associadas ao mercado.

A revalidação de diplomas obtidos em instituições estrangeiras será feita por universidade pública ou privada, tal como previsto no anteprojeto. Aqui temos o acolhimento pelo governo de Lula da Silva da questão fulcral contida na reclamação dos EUA na OMC: a liberalização do comércio transfronteiriço de educação.

É necessário destacar ainda dois pontos não desenvolvidos nesta nota: a oferta de EAD na educação básica e profissional e a complementaridade da formação presencial e a distância. Desse modo, todo o já débil sistema nacional de educação estará subordinado aos cyber-rentistas. Cabe frisar que as medidas governamentais não objetivam difundir meios tecnológicos para melhorar a formação continuada e a infra-estrutura acadêmica da educação, mas, antes, operam as condições de comercialização de diplomas, convertendo estes em uma mercadoria qualquer.

Com essas medidas – universidade aberta, anteprojeto e decreto – o Governo Federal coloca o Brasil no circuito da mercantilização da educação sem salvaguardas relevantes. Recentemente, centenas de dirigentes-empresários de universidades que oferecem EAD reuniram-se na Espanha para discutir o mercado latino-americano de educação. Certamente, os empresários estão comemorando; os educadores, ao contrário, organizam a luta que ganhará a densidade necessária para reverter essa ofensiva do mercado contra a educação pública e gratuita.

Brasília, 27 de setembro de 2005

Diretoria do ANDES-SN

domingo, 22 de março de 2009

Vídeo humorado sobre a crise

Esse foi o vídeo que fez sucesso na Calourada Unificada. No meio do debate sobre crise econômica, esse vídeo rendeu boas risadas e reflexão.
Assista aqui:

sábado, 21 de março de 2009

Relatoria do Conselho de Centros Acadêmicos de 14 de março de 2009


No dia 14 de março, realizou-se um Conselho de Centros Acadêmicos da USP.
Estiveram presentes o DCE e os seguintes CAs: CEUPES, CAER, CAHIS, CAHS, CALC, CABIO, XXXI de OUTUBRO, CAFI, SACEx. SAAero, CARL, CAUS, CAFCF, CAMAR, CAOB, CEGE, CAII, GUIMA, XV de MARÇO, CAMAT, CAPPF, CAF, CAELL, CAASO, CAOC, CAVC.
Sua pauta abrangeu os temas Univesp, CONEG, Assistência Estudantil, entre vários outros informes de alunos e Centros Acadêmicos.
Confira aqui a relatoria completa da reunião, com informes, deliberações e calendário.

quinta-feira, 19 de março de 2009

Convite para a construção de um encontro estadual de estudantes

Envie esse convite a um amigo!
A crise econômica que assola o Brasil e o mundo já começa a apresentar suas primeiras graves conseqüências para os trabalhadores e para a juventude. De um lado, demissões em massa, rebaixamento dos salários e retirada de direitos. De outro, o corte nos gastos com a educação pública, a restrição do direito à meia-entrada, o aumento nas mensalidades, o avanço do ensino à distância nas universidades, o aumento da repressão, etc.

A juventude e a educação não podem pagar por essa crise. Frente aos ataques em curso é preciso uma resposta unificada dos estudantes do estado de São Paulo. Nas universidades estaduais públicas (USP, UNESP, Unicamp e Fatecs), já se anuncia um forte corte no repasse de verbas a partir da diminuição da arrecadação do ICMS e da isenção fiscal patrocinada pelo governo. Serão centenas de milhões a menos para o ensino superior público. Ao mesmo tempo, avança a implementação da Univesp (Universidade Virtual do estado de São Paulo), que formará milhares de estudantes nas estaduais públicas de forma desqualificada e a baixo custo. Mais do que nunca, é necessário articular e unificar as estaduais paulistas contra o corte de verbas e o ensino à distância.

Nas universidades privadas o cenário não é melhor. Com o aumento do desemprego muitos estudantes estão com dificuldades de pagar as altíssimas mensalidades. A direção das universidades reagem aumentando as mensalidades ainda mais, perseguindo os inadimplentes, atrasando os salários dos professores, etc. Chegou a hora dos estudantes de pagas se organizarem de forma unificada para dizer não a essas medidas.
Nas universidades federais do estado o Reuni significou a expansão de vagas sem verbas suficientes, quadro que deve se agravar com a diminuição do repasse de verbas prevista pelo governo federal. A luta contra a corrupção também continua nas federais, como é no caso da Unifesp, na qual a direção da universidade se viu em meio a uma série de denúncias de corrupção.

Sendo assim, o DCE da USP com o objetivo de propor a unidade dos estudantes do estado de São Paulo para responder os ataques à educação e aos nossos direitos, convida todos os DCEs e CAs, a discutirem a construção unitária de um encontro estadual.

Nesse sentido, propomos a realização de uma reunião com todas as entidades interessadas dia 25/03 (quarta-feira) às 13h na sede provisória do DCE da USP, para discutimos a possibilidade de um encontro estadual no primeiro semestre.

Saudações estudantis,
DCE Livre USP

Informe do DCE sobre o CRUESP (Conselho de Reitores das Universidades Estaduais Paulistas)

O governo estadual de José Serra, seguindo orientação, anunciou a imprensa que realizaria cortes orçamentários na educação. Apesar de 2008 ter representado uma das maiores arrecadações dos últimos anos do ICMS (imposto que sustenta as universidades estaduais paulistas, as FATEC’s e o Centro Paula Souza), já no final do ano passado, no início das férias letivas, o governador emitiu o Decreto 53.810 de 12/12/08 que autorizou a transferência para o mês de fevereiro do pagamento de 50% do ICMS que deveria ser recolhido em janeiro por parte do comércio e das microempresas. O argumento utilizado para que a universidade funcionasse com metade de suas verbas no mês de janeiro foram “os efeitos da crise econômica mundial”, segundo a planilha orçamentária do CRUESP recebida pelo DCE em reunião desse conselho no dia 03/03/09 com o Fórum das Seis, que representa as três categorias das três universidades paulistas. Nessa reunião as entidades estudantis, dos docentes e dos funcionários técnico-administrativos aludiram ao fato dos cofres das universidades estarem cheios de dinheiro e sobre as perspectivas de aumento salarial, investimento em infra-estrutura, assistência estudantil e contratação de professores a partir desse excedente. A resposta categórica dos três reitores foi a negativa em sequer negociar a utilização desse dinheiro com os fins propostos e o alerta de que a previsão de arrecadação do ICMS dos próximos meses está drasticamente abaixo do que foi em 2008 devido a queda na circulação de mercadorias e serviços, e que, pelo contrário, deveríamos nos preparar para “ajustes” no orçamento das universidades.

Contraditoriamente ao informe do CRUESP com relação à necessidade de cortar gastos, a criação de 360 vagas de cursos à distância de Licenciatura em Ciências através da UNIVESP (Universidade Virtual do Estado de São Paulo) foi aprovada no Conselho Universitário da USP de 10 de fevereiro de 2009, demonstrando a clara disposição do governo, da reitoria e do CO em seguir com uma política inconseqüente de expansão de vagas através da precarização da qualidade de ensino. Outro fato importante é que o CRUESP sequer se dispôs a discutir a UNIVESP na reunião citada, demonstrando mais uma vez que esse projeto será de fato implementado sem qualquer consulta a comunidade acadêmica e com claros objetivos políticos.

Fomos surpreendidos com a postura truculenta dos reitores em toda a discussão, que beirou ao rompimento da reunião. Além disso não permitiram a entrada de Claudionor Brandão à reunião, representante sindical eleito pelos funcionários da USP que foi demitido no fim de 2008 por defender os trabalhadores da FAU de perseguição política da universidade em 2005. Por fim retiraram da pauta de discussão essa demissão injustificada e ignoraram o apelo de três professores da UNESP de Registro que receberam ameaças de morte devido a denúncia de irregularidades administrativas da direção dessa unidade de ensino.

É isso.

Meia-entrada é nosso direito! Não abrimos mão!

Não ao monopólio das carteirinhas da UNE/UBES!

O senado federal aprovou no fim de 2008 uma lei que restringe o direito à meia-entrada nos cinemas, teatros, estádios de futebol, casas de shows e demais espaços culturais a apenas 40% do total de bilhetes conferidos em cada espetáculo (Projeto de Lei do Senado 188/07). A medida, que restringe um direito que é uma conquista histórica do movimento estudantil, pode significar, desde já, a total exclusão cultural de uma significativa parcela da juventude brasileira, ainda mais em tempos de crise econômica mundial. Para entrar em vigor, faltam a aprovação do projeto no plenário da Câmara (onde mudou de nome para PL 4571/08) e a sanção do presidente Lula.

Preocupa-nos, ainda, o fato de a União Nacional dos Estudantes e a União Brasileira dos Estudantes Secundaristas manterem negociações abertas com os autores da lei e partes interessadas na restrição da meia-entrada, com o objetivo de retomar o monopólio de suas carteirinhas como documento necessário à realização do direito, o que seria um grande retrocesso, dificultando o acesso à meia-entrada para milhares de estudantes.

Nós, abaixo-assinados, nos posicionamos contra o projeto de lei em questão, defendemos o direito à meia-entrada através da apresentação de qualquer documento de identificação estudantil e exigimos do presidente Lula o veto a tal medida arbitrária.

Baixe o abaixo-assinado aqui.

Abaixo assinado pela reintegração de Brandão

No dia 09/12/08, a reitoria da Universidade de São Paulo demitiu, alegando justa causa, o diretor do SINTUSP e representante eleito dos funcionários no Conselho Universitário, Claudionor Brandão.

Essa medida faz parte de um processo de perseguição e punição a setores do movimento operário, estudantil e de movimentos sociais. Brandão fez parte, em diversos momentos, das lutas em defesa da universidade pública e da educação de qualidade e é por esse motivo que agora a reitoria da USP tenta colocá-lo na cada vez mais longa lista de demitidos políticos pelo país a fora.

Como delegado sindical e diretor do SINTUSP eleito em fóruns da categoria, Brandão sempre esteve à frente da defesa dos interesses do conjunto dos trabalhadores da universidade, se pautando em deliberações legitimamente tomadas pelos trabalhadores em suas assembléias e instâncias de decisão.

Por tudo isso, as entidades, associações e movimentos abaixo-assinados REPUDIAM A DEMISSÃO do diretor do SINTUSP Claudionor Brandão. Trata-se de um ataque duríssimo à
liberdade de organização sindical e política dos trabalhadores, estudantes e ao próprio SINTUSP.

Exigimos a REINCORPORAÇÃO IMEDIATA E INCONDICIONAL de Claudionor Brandão aos quadros da universidade e a retirada de todos os processos administrativos e sindicâncias aos estudantes, trabalhadores e professores que lutaram em defesa da universidade.

Mais informações sobre Brandão e sua demissão podem ser encontradas acessando http://contraademissaodebrandao.blogspot.com

Aqui está o abaixo-assinado.

É importante que os Centros Acadêmicos imprimam, façam as discussões sobre o tema e coletem assinaturas nos cursos.

Depois, basta entregá-los a um diretor do DCE ou a um funcionário do Sintusp.

É uma questão de honra para os professores, funcionários e estudantes barrar esta demissão!
Todos na luta pela reintegração do Brandão!

segunda-feira, 9 de março de 2009

Carta convocatória do DCE da USP aos CAs


O ano de 2009 será um ano de grandes desafios ao movimento estudantil da USP e de todo o país. A crise econômica chegou ao Brasil trazendo desemprego, redução de salários e cortes no orçamento das áreas sociais. O governo Lula e o MEC anunciaram corte de 1 bilhão de reais do orçamento da educação para 2009, ao passo que criarão dezenas de milhares de vagas com o REUNI. Além disso o senado federal aprovou a restrição da meia-entrada estudantil em eventos culturais como sessões de cinema, partidas de futebol, espetáculos teatrais, etc... As bilheterias só poderão vender um limite de 40% dos ingressos pela metade do preço, uma clara restrição do acesso dos estudantes e da juventude em geral à cultura e ao lazer. O motivo alegado para tudo: a crise econômica mundial.

O governo estadual de José Serra, seguindo a mesma orientação, anunciou a imprensa que também realizaria cortes orçamentários na educação. Apesar de 2008 ter representado uma das maiores arrecadações dos últimos anos do ICMS (imposto que sustenta as universidades estaduais paulistas, as FATEC's e o Centro Paula Souza), já no final do ano passado, no início das férias letivas, o governador emitiu o Decreto 53.810 de 12/12/08 que autorizou a transferência para o mês de fevereiro do pagamento de 50% do ICMS que deveria ser recolhido em janeiro por parte do comércio e das microempresas. O argumento utilizado para que a universidade funcionasse com metade de suas verbas no mês de janeiro foram "os efeitos da crise econômica mundial", segundo a planilha orçamentária do CRUESP recebida pelo DCE (Conselho de Reitores das Universidades Estaduais Paulistas) em reunião desse conselho no dia 03/03/09 com o Fórum das Seis, que representa as três categorias das três universidades paulistas.

Nessa reunião as entidades estudantis, dos docentes e dos funcionários técnico-administrativos aludiram ao fato dos cofres das universidades estarem cheios de dinheiro e sobre as perspectivas de aumento salarial, investimento em infra-estrutura, assistência estudantil e contratação de professores a partir desse excedente. A resposta categórica dos três reitores foi a negativa em sequer negociar a utilização desse dinheiro com os fins propostos e o alerta de que a previsão de arrecadação do ICMS dos próximos meses está drasticamente abaixo do que foi em 2008 devido a queda na circulação de mercadorias e serviços, e que, pelo contrário, deveríamos nos preparar para "ajustes" no orçamento das universidades.

Contraditoriamente ao informe do CRUESP com relação a necessidade de cortar gastos, a criação de 360 vagas de cursos a distância de Licenciatura em Ciências através da UNIVESP (Universidade Virtual do Estado de São Paulo) foi aprovada no Conselho Universitário da USP de 10 de fevereiro de 2009, demonstrando a clara disposição do governo, da reitoria e do CO em seguir com uma política inconseqüente de expansão de vagas através da precarização da qualidade de ensino. Outro fato importante é que o CRUESP sequer se dispôs a discutir a UNIVESP na reunião citada, demonstrando mais uma vez que esse projeto será de fato implementado sem qualquer consulta a comunidade acadêmica e com claros objetivos políticos.

Fomos surpreendidos com a postura truculenta dos reitores em toda a discussão, que beirou ao rompimento da reunião. Além disso não permitiram a entrada de Claudionor Brandão à reunião, representante sindical eleito pelos funcionários da USP que foi demitido no fim de 2008 por defender os trabalhadores da FAU de perseguição política da universidade em 2005. Por fim retiraram da pauta de discussão essa demissão injustificada e ignoraram o apelo de três professores da UNESP de Registro que receberam ameaças de morte devido a denúncia de irregularidades administrativas da direção dessa unidade de ensino.

Na primeira Reunião Aberta de Diretoria do DCE realizada em 06/03/09, que contou com a presença de mais de oitenta pessoas dos mais variados cursos e que foi a maior reunião em muitos anos devido a gravidade dos fatos, foi realizada a primeira discussão em torno a esses temas e a conclusão a que se chegou é que a principal tarefa do movimento estudantil da USP no momento atual é enraizar esses debates entre os estudantes pois a maioria ainda não sabe dos perigos pelos quais a universidade passa, especialmente com relação aos impactos da redução drástica do ICMS - que influenciará não só o funcionamento cotidiano da universidade mas também a próxima votação da LDO (Lei de Dotação Orçamentária) que rege o percentual para as universidades no ano posterior - além de desconhecerem o significado da criação da UNIVESP que abre portas a queda na qualidade de ensino em toda a USP e os ataques a livre manifestação política dos estudantes, professores e funcionários devido às inúmeras punições referentes a mobilizações anteriores.

Por isso o DCE indica aos Centros Acadêmicos que o calendário do movimento no mês de Março seja prioritariamente voltado a construção de grandes debates, grupos de discussão e pontos de formação nas reuniões dos CA's sobre o tema dos impactos da crise econômica no orçamento das universidades e sobre a implementação da UNIVESP. O DCE comparecerá às reuniões dos CA's da semana de 09/03 para dar informes mais detalhados sobre essas pautas e construir em conjunto o calendário dos debates e GD's com as diretorias.

A Reunião Aberta de Diretoria apontou que essas lutas devem ser construídas com toda a paciência e tranqüilidade necessária para que o máximo de estudantes possível possa ter acesso a informação e afirmar seus primeiros posicionamentos nos fóruns deliberativos do movimento agendados pela Diretoria do DCE em sua primeira Reunião Aberta. O momento é para debates e criação dos laços de unidade necessários a todo o conjunto do movimento estudantil, sejam suas entidades, coletivos e principalmente entre os próprios estudantes. Não é momento para atuarmos a partir do dissenso, e sim de colocar prioritariamente as pautas que nos unificam para a construção da mobilização necessária para barrar essas medidas e outras que por ventura possam surgir, sem prejuízo do debate político oriundo das diferenças políticas dos diversos matizes do movimento estudantil. É só e somente a partir dessa unidade que o DCE se propõe a atuar, alertando sobre a urgência de nossa luta mas respeitando o ritmo dos estudantes.

Acreditamos que o movimento estudantil unificado dessa universidade já provou sua força em outras ocasiões, algumas bem recentes, e que quem já derrotou os intentos de um governo e de uma reitora uma vez pode fazê-lo de novo, mesmo que isso implique uma construção e organização maior.

Por isso o DCE, como deliberado em sua primeira Reunião Aberta de Diretoria do ano letivo, faz um chamado a todas as entidades estudantis da USP para a construção do calendário indicado abaixo, pensado a partir da lógica de que os estudantes devem tomar conhecimento dos assuntos concernentes a sua universidade e tirarem seus primeiros posicionamentos após debates e fóruns deliberativos realizados previamente nos seus cursos, para que depois suas entidades possam levar suas contribuições a um Conselho de Centros Acadêmicos a ocorrer um mês após início do ano letivo. Como reforço ao chamado aos CA's, esta carta tem valor de convocatória ao CCA marcado para o dia 04/04/09, , sábado,daqui a três semanas, que será realizado em São Paulo, com horário e local a definir. O DCE também já está tomando os encaminhamentos necessários a disponibilização de transporte para esse CCA e para a Assembléia Geral dos Estudantes da USP a ser realizada na primeira semana de Abril.

Para os informes mais detalhados e a construção do calendário proposto o DCE agendará idas às reuniões dos CA's essa semana e também solicita às gestões que enviem as datas, horários e locais de suas reuniões. O DCE, além dos debates nos cursos em conjunto com as entidades, também buscará construir nos próximos dias debates gerais nos diversos campi da universidade. Estaremos a disposição durante toda a semana para construir esse calendário, essa é nossa prioridade.

Temos certeza que, com seriedade, responsabilidade, unidade, sem precipitações e com muita disposição de luta podemos garantir que não seja retirado nenhum centavo da educação pública, que a UNIVESP seja barrada e que possamos garantir a livre manifestação dos estudantes sem medo de punições. Só depende de nossa luta.

Saudações cordiais!

domingo, 8 de março de 2009

Vídeo da Calourada Unificada USP 2009

Essa foi a Calourada da USP de 2009, organizada pelo DCE e Centros Acadêmicos.
Seu tema foi "A Crise da Universidade e a Universidade em Tempos de Crise".
No vídeo, as atividades do dia: grupos de discussão, debates e festa!

sexta-feira, 6 de março de 2009

Estatuto do DCE Livre da USP

Galera, o estatuto de nossa entidade está disponível on-line, para consulta de qualquer aluno, clicando aqui. Ele possui a seguinte estrutura:

Capítulo I - Da denominação, sede, foro
Capítulo II - Dos objetivos, princípios e finalidades
Capítulo III - Dos Associados
Capítulo IV - Da organização da entidade
Capítulo V - Do Conselho Fiscal
Capítulo VI - Do Patrimônio
Capítulo VII – Das Disposições gerais e transitórias

Boa leitura!

quinta-feira, 5 de março de 2009

Aziz Ab'Sáber fala sobre a Calourada Unificada 2009

Aziz Ab'Sáber, renomado professor e geógrafo, fala, em entrevista exclusiva, sobre suas impressões a respeito das atividades da Calourada Unificada USP 2009, realizada pelo DCE e CAs.

Assista aqui:

terça-feira, 24 de fevereiro de 2009

Fotos da Calourada Unificada 2009


A Calourada Unificada do DCE da USP aconteceu na quarta-feira, dia 18, no campus Butantã, em São Paulo.


O dia começou com um café da manhã que integrou os calouros que iam chegando de todas as partes da cidade.


Às 9h, o Diretório Central de Estudantes, o Sindicato dos Funcionários e a Associação de Docentes apresentaram-se aos calouros e tiraram suas dúvidas sobre o funcionamento destas entidades.


Os estudantes perguntaram mesmo!


Às 10h, em frente à Reitoria, começou o debate "A Crise da Universidade". Na foto, Gabriela Hipólito fala pelo DCE.


Tivemos presenças internacionais como um operário argentino cuja fábrica foi ocupada pelos trabalhadores (à esq.).


Apesar do calor, calouros e funcionários ouviram com atenção o debate.


Terminadas as falas, hora do churrasco!


Quem esteve por lá pôde comer ao belo som de saxofone.


Tudo isso em frente à Reitoria. Sua ocupação pelos estudantes, em 2007, foi lembrada por muitas falas durante o dia.


Muitos vieram de longe pra participar das atividades da tarde em diante.


Baterias recarregadas, começa a Aula Pública.


Na foto, Jonas, da Física, registra sua indignação para com as políticas do governo Serra, que julga privatizantes.


Confortáveis, na grama, os calouros ouvem, discutem e tomam nota das falas.


Às 16h, começam os Grupos de Discussão. São mais de 6 temas, debatidos em todos os cantos da Universidade.


Esse é o GD de Movimento Estudantil, que discutiu perspectivas para esse ano.


Tiveram voz todas as posições políticas.


Os estudantes debateram desde questões específicas da USP até alternativas para o movimento estudantil nacional.


Teve também GD de Opressões, onde se discutiu opressão às mulheres, negros, gays, lésbicas, bissexuais e transgêneros...


... GD de criminalização de movimentos sociais (na foto, Brandão, membro do sindicato dos trabalhadores da USP que foi demitido por ser ativista).


... até o Aziz Ab'Sáber, renomado professor e geógrafo, passou pela nossa calourada no GD de Meio Ambiente... 21 Deu gente até pra registrar esse momento.


Deu gente até pra registrar esse momento.


No período da noite, a principal atividade: o debate "A Universidade em Tempos de Crise".


O DCE esteve na mesa (Gabriel Casoni, Ciências Sociais), mostrando que política e universidade têm tudo a ver.


O professor e historiador Valério Arcary mostrou que o capitalismo não tem mais nada a oferecer aos estudantes e trabalhadores e falou sobre a importância dos estudantes se envolverem no movimento estudantil.


Vivaldo, metalúrgico da General Motors, contou como a crise está afetando os operários e mandou seu recado: "Os trabalhadores não podem pagar pela crise".


Depois de tanto debate, aula, discussão: uma festa pra terminar o dia com muito samba no pé.


Sombrinha, do Fundo de Quintal, Partideiros do Cacique, Farufyno, Bateria do Quilombo, DJ Henrique, DJ Marquinhos e Banda do Canil são apenas alguns dos grandes talentos que viraram a noite com a galera.


Fazia tempo que a Praça do Relógio não comportava tanta gente animada!


Depois dessa Calourada histórica, temos a pretenção de dizer que Nada Será Como Antes!

segunda-feira, 23 de fevereiro de 2009

A História de Alexandre Vannucchi Leme

Em 1973, Alexandre Vannucchi Leme tinha 22 anos e cursava o quarto ano de Geologia na USP. Ótimo aluno, foi o primeiro colocado no vestibular, participava do movimento estudantil e militava no grupo clandestino Ação Libertadora Nacional (ALN). Na manhã de 16 de março, é preso por agentes do II Exército, pertencentes ao Destacamento de Operações de Informações do Centro de Operações de Defesa Interna (DOI-CODI).

Levado ao DOI-CODI, é torturado durante dois dias até não resistir e morrer. Preocupados com a repercussão do assassinato sob tortura, a polícia política declara inicialmente aos jornais que se tratou de um suicídio, alegando que ele teria se matado com uma lâmina de barbear. Frente à pressão pública e à inconsistência da alegação inicial, forja-se um acidente por atropelamento. Nota pública do governo afirma que ele teria sido atropelado por caminhão ao tentar fugir. Na verdade, dois dias após sua morte ter se tornado pública, é revelado aos seus pais que seu corpo foi sepultado como indigente no Cemitério de Perus, na capital paulista, em cova rasa e comum. Seu corpo estava coberto com cal para que as marcas das torturas não fossem percebidas.

A morte de Alexandre, apelidado “Minhoca” pelos colegas, tem repercussão imediata. Outros estudantes também haviam sido presos e era preciso tomar alguma atitude. O Conselho de Centros Acadêmicos declara luto na USP e os alunos pressionam por uma intervenção do então reitor Miguel Reale que, num ofício à Secretaria de Segurança Pública do Estado, solicita informações sobre a morte de Alexandre “aos órgãos competentes”. A resposta, porém, contem as mesmas informações já divulgadas pelos jornais: atropelamento.

Surge a idéia de convidar dom Paulo Evaristo Arns, arcebispo de São Paulo, para realizar uma missa em memória do colega assassinado. Entidades da sociedade civil, que até então preferiam fechar os olhos, começam a se levantar contra a tortura. Reunindo milhares de pessoas, o ato após a missa transforma-se na primeira grande manifestação pública de oposição à Ditadura desde as manifestações de 1968.

A revolta contra o assassinato do colega e outras 44 prisões de alunos da USP faz ressurgir o movimento estudantil. Em um dos momentos mais críticos da ditadura, em condições totalmente hostis, Gilberto Gil é chamado para denunciar as prisões em curso. Num claro gesto de desobediência civil, durante o show na Escola Politécnica, o cantor levanta assuntos delicados: política, movimento estudantil, arte engajada versus arte pura, o imperialismo americano. O show que deveria ser de 30 minutos dura três horas.

No campus da USP, nas salas de aula, nos centros acadêmicos, os estudantes se mobilizam.Depois do silêncio imposto pelo AI-5, em 1968, os estudantes voltam a se reagrupar e, no dia 26 de março de 1976, criam, em assembléia, o DCE-Livre da USP, agora reconstituído e batizado com o nome de Alexandre Vannucchi Leme.


Abaixo, Você pode assistir às seis partes do documentário Porque Lutamos! Resistência à Ditadura Militar, que mostra um pouco desta hisória.




quinta-feira, 19 de fevereiro de 2009

Glossário

Pensando no calouro que se vê perdido ante tantos termos novos com que terá contato durante sua estadia na USP, o DCE compilou os principais no glossário que segue. (Podem postar mais, se sentirem falta, via comentário).

ADUSP - Associação dos Docentes da USP, é o sindicato dos docentes da USP. (www.adusp.org.br)

ALESP – Assembléia Legislativa do Estado de São Paulo.

AMORCRUSP – Associação dos Moradores do Crusp.

ANDES - Sindicato Nacional dos Docentes das Instituições de Ensino Superior.

Assembléias - As assembléias são reuniões de todos os membros de um setor para discutir e deliberar onde todos tem direito a voz e voto aos pertencentes ao setor e com direito a voz a todos. Sendo assim, existem assembléias de professores, de funcionários e de estudantes. Há assembléias de estudantes de toda USP, somente de campi, somente de faculdades ou de um curso.

Atlética – Organização de alunos ligada a prática de esportes. Formam times pra participação de campeonatos entre cursos, faculdades e universidades.

Bandeijão - É o Restaurante Universitário, onde a refeição custa apenas 1,90. A Cidade Universitária possui 4 restaurantes, e existem também os restaurantes da Faculdade de Direito, da Faculdade de Saúde Pública e da Escola de Enfermagem e da USP Leste. Os campi de Bauru, Piracicaba, Pirassununga e Ribeirão Preto também possuem seus restaurantes.

CA – Centro Acadêmico. Entidade representativa dos estudantes de cada curso. Cada entidade tem um tipo de gestão, mas normalmente possuem um mandato de um ano.

Campi – Do latim, plural de campus. São eles: São Paulo (Butantã, Direito, Medicina, EACH), Ribeirão Preto, São Carlos, Bauru, Pirassununga, Piracicaba e Lorena.

CAPES - Coordenação de Aperfeiçoamento de Pessoal de Nível Superior

CCA – Conselho de Centros Acadêmicos. Reunião onde se encontram o maio número possível de CAs da USP para discutir questões do ME.

CEPEUSP – Centro de Práticas Esportivas da USP. Oferece dezenas de opções de esportes e exercícios físicos para a comunidade USP. (www.cepe.usp.br)

CINUSP – Cinema da USP. Apresentações gratuitas de cinema com filmes clássicos e também lançamentos. (www.usp.br/cinusp/)

Circular – Ônibus interno gratuito da Cidade Universitária. Possui duas linhas que cobrem (a maior parte) do campus.

CNPQ - Conselho Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnológico.

CRUSP – Conjunto Residencial da USP. Oferece quartos para estudantes da USP selecionados por critérios sócio-econômicos.

Co – Conselho Universitário. Órgão que reúne todos os segmentos da universidade: professores, estudantes e funcionários - apesar da enorme desproporcionalidade.

CNE - Congresso Nacional de Estudantes. Congresso que se realizará em junho, do dia 11 ao dia 14, na cidade do Rio de Janeiro, construído por diversas entidades, CAs e DCEs e que pretende discutir as pautas tocadas pelos estudantes, unificando as lutas e rediscutindo a organização do movimento.

CONLUTAS – Coordenação Nacional de Lutas. Central sindical que procura articular o movimento operário, o funcionalismo público, os movimentos sociais e as entidades estudantis na luta em defesa dos direitos sociais.

COSEAS – Coordenadoria de Assistência Social. Responsável pela seleção sócio-econômica dos alunos que estão interessados em diversos tipos de bolsas e projetos de auxílio estudantil. (informações: www.usp.br/coseas)

DCE – Diretório Central dos Estudantes. Entidade máxima de organização dos estudantes. O DCE-Livre da USP – Alexandre Vannucchi Leme é apontado como o primeiro do Brasil. A atual gestão, eleita no fim de 2008, é a Nada Será Como Antes!.

DEDALUS – Banco de dados do acervo das bibliotecas da USP. Pode ser acessado pela internet. (www.dedalus.usp.br:45/ALEPH/por/usp/dedalus/start.)

Doutorado – Terceira instância de graduação. Feita, normalmente, após o Mestrado.

EACH - Escola de Artes, Ciências e Humanidades. Fica na USP Leste.

ECA – Escola de Comunicações e Artes.

EE – Escola de Enfermagem.

EEFE - Escola de Educação Física e de Esporte.

Escola de Aplicação – Escola localizada dentro do campus Butantã, onde docentes podem ser formados e aperfeiçoados através da prática. (www.ea.fe.usp.br/).

FAPESP – Fundação de Amparo à Pesquisa do Estado de São Paulo.

FAU - Faculdade de Arquitetura e Urbanismo.

FCF - Faculdade de Ciências Farmacêuticas.

FE – Faculdade de Educação.

FEA – Faculdade de Economia e Administração.

FD – Faculdade de Direito.

FFLCH – Faculdade de Filosofia, Letras e Ciências Humanas.

FM – Faculdade de Medicina.

FMVZ - Faculdade de Medicina Veterinária e Zootecnia.

FO – Faculdade de Odontologia.

Fórum das Seis – Entidade que reúne os sindicatos de professores e funcionários das três universidades estaduais paulistas – USP, UNESP e UNICAMP.

FSP – Faculdade de Saúde Pública.

Greve – Paralisação das atividades por algum grupo (estudantes, funcionários, professores) para a negociação de exigências e direitos.

HU – Hospital Universitário. Atende gratuitamente mediante a confecção de uma carteirinha e o agendamento de consulta. (www.hu.usp.br)

IAG – Instituto Astronômico e Geofísico.

IB – Instituto de Biociências.

ICB – Instituto de Ciências Biomédicas.

IF – Instituto de Física.

IME – Instituto de Matemática e Estatística.

IO – Instituto Oceanográfico.

IP – Instituto de Psicologia.

IQ – Instituto de Química.

Júpiter-WEB – Sistema online de acesso à notas, matrículas, informações do curso, emissão de documentos, entre outros. (www.sistemas.usp.br/jupiterweb).

ME – Movimento Estudantil.

Média Ponderada – Soma de todas as notas, dividido pelo número de matérias.

Mestrado – Pós-graduação.

PCO (agora, CCO) – Prefeitura do Campus (agora, Coordenação do Campus).

POLI – Escola Politécnica.

REUNI - projeto do governo Lula que prevê expansão de vagas nas universidades federais, sem o incremento de verbas necessárias para isso, ampliando problemas como falta de professores e laboratórios e salas de aula super-lotadas.

RD – Representante Discente. Aluno escolhido para representar os demais nas comissões e departamentos.

Seção de Alunos – Administração de procedimentos burocráticos dos cursos, como matriculas e transferências.

SINTUSP – Sindicato dos Trabalhadores da USP. (www.sintusp.org.br).

UNE – União Nacional dos Estudantes.

USPão – Padaria localizada ao lado do bandeijão central do Campus Butantã.

X-Greve – Lanche improvisado, servido gratuitamente, em tempos de greve, já que o Bandeijão encontra-se fechado.

quarta-feira, 18 de fevereiro de 2009

Manual do Calouro

Você, que ainda não viu o Manual do Calouro 2o09, pode baixá-lo em PDF à partir deste link.

Boa leitura!

Feira de Trocas & Doações

Feira de Trocas & Doações
Quando? Dia 18/02 – das 11h às 20hs
Onde? Em frente ao Restaurante Central
O que é? Espaço para doações e/ou troca de objetos usados – livros, CDs, brinquedos, roupas, utensílios domésticos, etc - que normalmente seriam descartados ou estariam “entulhando” nossas casas. A Feira tem ainda um cunho educativo, buscando resgatar junto à comunidade os valores sobre o reaproveitamento dos materiais, imbuídos num espírito solidário e cooperativo.
* Contribua trazendo aquilo que não te serve mais e que esteja em bom estado, podendo ser útil a outra pessoa*

USP Recicla

Programa que tem por objetivo principal despertar a comunidade universitária para a conscientização dos problemas ambientais, mobilizando-a na responsabilização pela conservação do meio ambiente. Para isto, adota o Princípio dos 3Rs – Redução, Reutilização e Reciclagem de materiais. A distribuição de canecas duráveis, o reaproveitamento de papéis em blocos de rascunho e a coleta seletiva são algumas das ações desenvolvidas nos 7 campi da USP por meio de comissões instituídas em unidades e órgãos da universidade.
Para saber mais, visite: www.inovacao.usp.br/usp_recicla

domingo, 8 de fevereiro de 2009

Confira a programação da Calourada Unificada do DCE 2009

Quarta-feira, dia 18 de fevereiro, no campus Butantã

8h30
Café da manhã de recepção aos calouros
Local: Anfiteatro/Auditório da FAU

9h
Apresentação das entidades da USP: DCE, SINTUSP, ADUSP e APG
Local: Anfiteatro/Auditório da FAU

10h
Debate "A Crise da Universidade"
Local: Anfiteatro/Auditório da FAU

12h
Almoço com apresentação musical
Local: Bandeijão Central

14h
Aula pública sobre as políticas educacionais privatizantes do governo Serra
Local: em frente à Reitoria

15h
Espetáculo Teatral da Cia. Antropofágica
Local: em frente à Reitoria

16h
Grupos de discussão e oficinas livres

a. Movimento Estudantil
Local: Vão livre do prédio de História/Geografia

b. Produção do Conhecimento e Propriedade Intelectual
Local: Rotatória do Instituto Oceanográfico

c. Criminalização dos Movimentos Sociais
Local: Canil/espaço Fluxus da ECA

d. Meio Ambiente
Local: Anfiteatro da Escola de Aplicação

e. Opressões: Mulheres, Negros, GLBTTs
Local: Entrada do prédio de Letras

f. Acesso e Permanência Estudantil
Local: AMORCRUSP

17h30
Jantar
Local: Bandeijão Central

18h30
Debate "A Universidade em Tempos de Crise"
Anfiteatro/Auditório da FAU

21h
Show da calourada - O Carnaval começa na USP: baterias de escolas de samba, rodas de samba e outros gêneros
Local: Praça do Relógio

Bem-vindo à USP, calouro!

É com enorme prazer que o DCE (Diretório Central de Estudantes, entidade máxima dos estudantes da USP) parabeniza todos e todas que hoje ingressam na USP.Sabe toda aquela sua vontade de entrar aqui? A garra com que estudou, a alegria que sentiu semana passada, quando viu seu nome na lista de aprovados? Queremos que essa garra e essa alegria não morram com o tempo, queremos ver você nas lutas que travaremos durante esse ano de 2009 e os outros que virão."Nada Será como Antes" é o nome da nossa gestão. Procuramos fazer dela um espaço democrático, de construção coletiva de conhecimento, discussões e ações políticas. Nossos maiores deveres são informar e organizar os estudantes para defender a educação pública brasileira, a qualidade do ensino e a ampliação do acesso à universidade.Felizmente, como não só de política vive o homem, impulsionaremos, por toda a USP, interações artísticas e culturais entre os estudantes. Achamos que a confraternização e a troca de experiências, assim como a atividade política, são partes fundamentais da vida universitária, pelas quais todos passamos.Dessa maneira, preparamos a Calourada desse ano com o título “A Universidade em Tempos de Crise”, com o intuito de debater com os nossos calouros a crise econômica mundial, que está afetando toda a sociedade e certamente vai gerar fortes implicações sobre as universidades públicas. Além disso, teremos diversos Grupos de Discussão (GDs), enfocando vários temas, inúmeras atrações culturais e artísticas, sem falar no Grande Show das 21h, na Praça do Relógio!Convidamos você a participar de nosso primeiro grande evento universitário do ano: A Calourada Unificada 2009. Venha debater conosco, conte-nos sua opiniões e faça seu primeiro contato com o Movimento Estudantil! Nos vemos!

DCE Livre da USP - Alexandre Vannucchi Leme - Gestão Nada Será como Antes!

sexta-feira, 6 de fevereiro de 2009

Bem-vindo ao Blog do DCE da USP!

Estamos transferindo o blog para este endereço.
Mas você já pode nos deixar comentários!
Se prefirir, telefone: (11) 3091-3270.

Nos vemos nas lutas!